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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Como funcionam os óculos 3D e por que já há necessidade de se estabelecer um padrão?


O ano de 2010 promete ser um dos mais promissores para o 3D. A tecnologia que se destacou nos cinemas no ano passado ganhou força com o sucesso do filme Avatar e, neste ano, deve expandir os seus domínios também para o mercado de home video.
Na última edição da Consumer Electronics Show, a mais importante feira de eletrônicos do planeta, ao menos 70% dos produtos relacionados a imagem e vídeo apostavam no 3D como sendo a grande novidade para o mercado no segundo semestre deste ano.
Independente de as imagens projetadas estarem disponíveis em sua televisão, no aparelho de Blu-ray, na tela do cinema ou mesmo nos celulares, um importante elemento não pode ser deixado de lado: os óculos 3D. Afinal, ao menos por enquanto, somente com eles é possível descobrir a nova dimensão do entretenimento.
Com funcionam os óculos 3D?
Os efeitos em três dimensões não são nenhuma novidade. A tecnologia já havia sido utilizada nos cinemas na década de 50 e, embora tenha evoluído significativamente, o princípio de formação das imagens 3D permanece sendo o mesmo.
Qualquer imagem, independente do que represente, é percebida pelo olho humano em três dimensões compostas a partir da altura e da largura. O papel dos óculos 3D é alterar o ângulo de cada uma destas dimensões. O efeito induz o cérebro a criar uma ilusão de profundidade, potencializando a distância entre ambos, o que resulta no já conhecido efeito 3D.
Óculos 3D: você ainda vai ter o seu!
Esse fenômeno é conhecido como estereoscopia e pode ser experimentado, com muitas limitações, mesmo a olho nu. Porém, a experiência vale apenas como curiosidade já que muito provavelmente ninguém aguentaria ficar quase duas horas forçando as vistas dessa maneira.
Por potencializar o olhar do ser humano, para que os óculos funcionem de maneira satisfatória é preciso que imitem da melhor forma possível nosso jeito de enxergar. Assim, se você colocar um par de óculos na vertical, embora receba as mesmas imagens muito provavelmente não conseguirá ver nada em três dimensões.
Existe um padrão?
Basicamente os óculos 3D podem ser polarizados de duas formas: circular e linear. No primeiro caso, enquanto um olho recebe a imagem e a interpreta no sentido horário o outro faz o mesmo processo no sentido anti-horário. Já na polarização linear um olho recebe a imagem no sentido vertical e o outro no sentido horizontal.
Parece complicado, mas não é. Ao receber uma imagem ela precisa estar polarizada da mesma forma. Do contrário, a sensação que você terá é a de estar vendo imagens embaralhadas, como se estivesse sem óculos.
E é justamente entre essas duas formas de polarização que surge a necessidade de uma padronização. No Brasil, a maioria das salas de cinema com projeção 3D disponibilizam óculos de polarização circular. Nos EUA, da mesma forma, há salas com os dois tipos de polarização.
No caso do mercado de home vídeo, os óculos de polarização circular podem não ser a melhor escolha. Isso porque a forma de projeção das imagens dos aparelhos de TV LCD utiliza uma varredura progressiva, no sentido vertical e, portanto, linear.
O futuro dos óculos 3D
Os óculos 3D utilizados nas salas de cinema do Brasil são recicláveis. Ou seja, ao serem usados eles vão para uma máquina onde são esterilizados e voltam para os próximos espectadores em outra sessão. Isso é feito para evitar a transmissão de possíveis doenças, como a conjuntivite.
Alguns especialistas defendem que cada usuário deve ter o seu próprio par de óculos. Nos Estados Unidos, por exemplo, já é comum encontrar espectadores que levam o seu próprio par ao cinema, garantindo maior segurança à saúde. Muitas salas de lá descartam os óculos depois do uso.
Porém, em termos estéticos, aqueles óculos grandes com armações de plástico nem de longe se constituem uma opção a ser considerada por um usuário que queira carregá-lo dentro de uma caixa pequena ou mesmo pendurado na camisa.

Modelos mais atraentes com lentes 3D. Foto: Gunnar.
Pensando nisso, algumas empresas já desenvolvem modelos mais próximos às armações utilizadas em óculos de grau ou óculos de sol. O visual é claro, não deixa em nada a desejar e dá até vontade de sair para passear com eles no rosto.
Mesmo os produtos com armações de plástico têm ganhado versões ecológicas, constituídas de materiais biodegradáveis de ácido poliático. Caso sejam inutilizados, a incineração deles - procedimento padrão - não libera CO2 na atmosfera.
Há a necessidade de se criar um padrão?
Como toda tecnologia em desenvolvimento, há a necessidade de muita pesquisa e de testes de aceitação junto ao público. A adoção de um padrão seria mais um ponto positivo na tentativa de popularizar o formato 3D e, cedo ou tarde, deve acabar acontecendo. Afinal, como cada fabricante possui um óculos diferente, adquiri-lo separadamente se tornará uma tarefa árdua.
Por outro lado, em termos de segurança e saúde, há que se pensar sob dois aspectos: as doenças transmissíveis, oriundas de uma possível reutilização inadequada de óculos mal-esterilizados; e também quanto ao conforto do espectador, uma vez que ao menos para as telas de cinema, a polarização na linear mostrou-se muito mais confortável.
O 3D cada vez mais perto de voce!
Da mesma maneira, a forma de emissão de imagens das telas LCD e LCD com tecnologia LED, é linear. Mudá-las seria algo muito mais complicado do que convencer os usuários a se adaptarem à realidade de que nem sempre os mesmos óculos ideais para assistir a TV poderão ser utilizados nos cinemas.
Com o lançamento de diversos produtos anunciados para o segundo semestre, vale a pena ficar de olho em mais essa informação caso você esteja pensando em adquirir os seus próprios óculos. E acredite, caso o formato se torne tão promissor como está pintando, muito em breve ter um par de óculos 3D deixará de ser luxo para ser mais um item obrigatório em meio aos seus gadgets.
Esse artigo foi esclarecedor para você? Que outras informações você gostaria de saber sobre a tecnologia 3D? Deixe o seu comentário sobre o futuro dos óculos 3D e participe.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Erro 404: minha mãe acha que eu sou hacker.


Dias atrás, escutei minha mãe conversando com uma amiga pelo telefone. Não costumo ouvir as conversas alheias, mas é difícil deixar de prestar atenção quando ouvimos o nosso nome, não é mesmo? Nessa conversa, ela disse a seguinte frase: “Acho que meu filho está envolvido com alguma coisa ruim! Acho que ele é hacker!”. Fiquei assustado com a afirmação.
Passei algumas horas pensando em como falar com minha mãe sobre o assunto. Tomei coragem e perguntei: “Mãe, por que você disse para a dona Glorinha que eu sou hacker?”. Era melhor não ter perguntado, porque fui atingido por uma enorme quantidade de golpes ao meu conhecimento tecnológico.
Vou perdoá-la porque sei que são outros tempos, mas confesso que na hora fiquei um pouco ofendido. Mas vou direto ao assunto. Decidi compartilhar aqui no Tecmundo a minha experiência. Aposto que muita gente vai se identificar comigo.

Meu filho não usa a internet comum

Todo mundo, pelo menos neste planeta, usa a mesma internet. Independente do tipo de conexão que você tenha, a rede que você acessa é a mesma rede que eu acesso. Mas para minha mãe, isso não é verdade. Ela e as amigas dela se conectam em vários sites e até participam de alguns serviços que são considerados menos iniciantes, como salas de bate-papo e o Orkut.
Para ela, minha internet é assim
Por isso eu me perguntei: “Mas como você pode dizer que a internet que você usa não é a mesma que eu uso, mãe?”. A resposta dela foi muito direta e me calou por alguns minutos. Naquele instante, eu fui tomado pela depressão. Jamais havia imaginado que esse dia chegaria, mas ele chegou. “Ah, filho! Você não usa a Internet, olha! Você usa esse colorido aí!”. Pois é, amigos. Ela estava se referindo ao Google Chrome.

Meu filho sabe invadir Orkut

Não é raro minha mãe falar para mim algo parecido com: “Filho, a Dona Sônia está desconfiada do marido dela. Eu prometi que você vai invadir o Orkut dele para descobrir tudo sobre aquele cachorro!”. Adianta explicar para ela que eu não sou um hacker? Acertou quem disse que não.
Mas a parte chata não é tentar descobrir a senha do pobre homem (que geralmente tem a ver com a data de nascimento ou com o time de futebol do coração). O pior mesmo é fazer isso com cinco mulheres berrando no seu ouvido e pressionando a decifração do código. Ai de nós, mortais, quando não conseguimos.
Há também aquelas vezes em que tentamos de tudo e nada dá certo. Quando isso acontece, minha mãe me olha com um olhar mortal de decepção e vergonha. Admito: mais decepção e vergonha tive eu, quando a vizinha adivinhou a senha do sujeito combinando o nome dos filhos deles.

Meu filho fala com estranhos

Na década passada, surgiu um novo elemento na internet mundial: as redes sociais. Com elas, tornou-se possível conversar com pessoas do mundo inteiro, compartilhar materiais sobre interesses em comum e muito mais. Mas se esqueceram de avisar a minha mãe.
É rede social!
Agora, cada vez que ela me vê no Facebook, conversando com um amigo da Ucrânia, ela acha que eu estou falando com gente má. “Filho, lembra-se de quando você era pequeno? Eu sempre dizia para você não falar com estranhos! Isso ainda vale, eles só querem roubar seus órgãos!” Só me resta dizer: “Mãe, nós estamos falando sobre música, não sobre encontros em banheiras de gelo!”.

Meu filho faz contrabando

Quase todos os meses chega alguma encomenda para mim. Isso nunca incomodou ninguém lá em casa. Pelo menos era o que eu pensava, até o dia em que meu pai veio me perguntar se eu sabia que contrabando é crime. Afinal de contas, por que eu estaria recebendo pacotes de Hong Kong, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha?
Eu sempre compro muitos itens pela internet, e vários deles não podem ser encontrados no Brasil (principalmente alguns discos de vinil). Por isso, encomendo de outros países. O problema é que, para meus pais, importar qualquer produto pela internet significa que estou cometendo um crime.

Meu filho sabe arrumar computador

Mãe, pai, irmão menor, avô, tia, vizinhos ou parentes distantes. Se qualquer uma dessas pessoas está com o computador estragado, minha mãe diz: “Meu filho arruma para você!”. Às vezes, parece que “Meu filho sabe arrumar computador!” é o “Meu filho faz Direito” do século XXI, de tanto orgulho que ela tem de dizer isso.
Antes ela consultasse a minha agenda para saber se eu tenho tempo para fazer isso, mas não. Mãe é mãe. Lá vou eu com uma completíssima caixa de ferramentas (uma chave de fenda e uma borracha, apenas) e todo o meu conhecimento em limpar os pentes de memória da máquina para fazer com que ela volte a funcionar.
Me deixem em paz, por favor!
Nunca reclamo de ter de ajudar, mas o que me incomoda, e muito, é o fato de as pessoas esquecerem que eu tenho uma vida. E as partidas de Counter Strike? Onde ficam? Deixando isso de lado, há mais um pequeno fator que me deixa danado: pessoas bisbilhotando no meu trabalho.
Estou lá, fazendo o favor de arrumar tudo, sem cobrar nada. Tudo o que eu peço em troca é paz para realizar as tarefas, em vez de todos os moradores da casa ficarem atrás de mim para ver cada passo. Sem contar os pedidos: “Olha, cuidado para não apagar os joguinhos do Júnior” e “Você pode aproveitar e escanear essas fotos para mim?”. Gente, vida de nerd não é fácil!

Meu filho faz sites

Há alguns meses eu fiz um curso de HTML e CSS para iniciantes. Somei o que aprendi nas aulas ao conhecimento que obtive em tutoriais na internet e comecei a fazer alguns trabalhos para ganhar um dinheiro extra. Logicamente estou longe de ser um web designer profissional, mas já consigo fazer algumas páginas bonitas.
Webdesigner da quadra
O problema é que meu pai está oferecendo meus serviços para todos os amigos dele. Não, na verdade esse não é o problema. O problema mesmo é que eu fiz um site para a loja de tintas do vizinho, um para o escritório de advocacia do outro e só ganhei 50 reais. Pois é, ele pensa que fazer site é brincadeira.

Minha mãe precisa de um curso

Para quem leu esse texto até o final, muito obrigado. Fico muito melhor, só por poder dividir minha história com vocês. Agora que estou mais calmo vou conversar com ela para explicar a verdade sobre o que faço no computador. Vou aproveitar e indicar o Baixaki e o Tecmundo para que ela esteja sempre por dentro dos assuntos de tecnologia.
Você já teve de arrumar o computador da sua tia? Ou sua mãe achou que você era de outro mundo por saber usar atalhos do teclado? Aproveite a seção de comentários para dizer se você já passou por alguma das situações que descrevemos.




Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente às sextas-feiras no Blog Rei da Internet com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do blog.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Empresa lança calças jeans que brilham no escuro


 (Fonte da imagem: Divulgação Naked & Famous)
A “Naked & Famous”, empresa canadense especializada nos mais diversos tipos de jeans, lançou no final de julho a sua linha de calças “Glow in the Dark” (“Brilho no Escuro”). Como o nome sugere, o tecido especial usado no vestuário é dotado do mesmo composto que vemos nos interruptores de lâmpadas, que a fazem “continuar refletindo” depois de serem iluminadas.
Em seu site, a empresa explica que basta “recarregar” o jeans com luz natural ou artificial, e a película fosforescente vai liberar a luminosidade de forma gradual, fazendo ela emitir uma cor verde intensa. O efeito é ainda mais notável quando exposto à luz negra, o que pode fazer de você o ponto de referência na balada.
 (Fonte da imagem: Divulgação Naked & Famous)
A “Naked & Famous” garante que a propriedade fosforescente das calças não vai diminuir mesmo depois de passar pela máquina de lavar cinco vezes, mas a empresa recomenda lavá-las o menos possível. À venda pela bagatela de US$ 240,00


Aplicativo online mostra como serão seus futuros apartamentos.


Planta no MaxHaus Virtual (Fonte da imagem: MaxHaus)
Quem está comprando o primeiro apartamento antes do fim das obras não precisa esperar ele ficar pronto para se sentir em casa. Algumas construtoras oferecem aos clientes aplicativos que permitem modificar e decorar o apartamento virtualmente.
Os ambientes são exibidos em formato 3D e permitem que o usuário passeie pelos cômodos, personalizando-os como achar melhor. Assim, o futuro morador conhece o espaço antes mesmo de ele existir, já que as escalas utilizadas são verdadeiras.
Os clientes podem, inclusive, escolher a disposição das paredes, salvar e mandar para a construtora. A área de projetos faz as adequações necessárias na planta real e, ao fim da obra, você irá encontrar o apartamento de acordo com o seu projeto on-line.
Há quem acredite que, daqui a alguns anos, seja possível comprar o lugar para morar sem sair da frente do computador. Porém, especialistas ressaltam a importância de conferir de perto o que é prometido virtualmente, já que se trata de uma grande aquisição.

Brincando de casinha

As mobílias do aplicativo (Fonte da imagem: MaxHaus)A construtora MaxHaus oferece aos usuários uma planta virtual em 3D com 70 metros quadrados para ser mobiliado e decorado do jeito que você quiser. É possível colocar paredes, pintá-las e dispor os móveis.
As opções de mobília vão desde poltronas e cômodas até plantas e uma piscina de bolinhas. Para experimentar, você não precisa nem ter comprado um apartamento. Basta acessar o site com uma internet banda larga e instalar o plug-in.
Em apenas uma semana, mais de 200 projetos são construídos por meio do aplicativo.
Mesmo quem ainda não tem recursos suficientes para comprar a moradia própria vai poder desfrutar da sensação de estar em casa

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Já está a venda bicicleta que se locomove sobre a superfície da água

Batizado de AquaSkipper, o modelo de transporte aquático é leve (pesa cerca de 11,5 kg), portátil e pode alcançar — segundo o fabricante — até 27 km/h em rios, mares e piscinas. Graças à sua composição de fibras de vidro e à aerodinâmica de construção, o protótipo funciona através de propulsão humana e não requer nenhum tipo de combustível.
Na demonstração, o uso do produto parece ser pra lá de divertido, além de exigir certa destreza e técnica. Em uma comparação, o AquaSkipper está bem mais para uma espécie de bicicleta d’água — com guidão e tudo — do que para uma canoa, jet ski ou algo do tipo.
Totalmente amiga do meio ambiente, a invenção não polui o ar nem a água. Fora isso, quem se atreve a dirigir deve estar em dia com o preparo físico. Como a locomoção é baseada em saltos, o operador é quem determina a mecânica de movimento através do uso do corpo.
Ampliar (Fonte da imagem: Inventist)
Quem gosta de competições de velocidade e também curte arriscar algumas manobras pode encontrar no AquaSkipper um novo e saudável esporte radical para o verão. Caso você seja um desses e tenha se interessado, o produto é vendido por US$ 495 nos Estados Unidos e também pode ser encontrado em algumas lojas online aqui no Brasil.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11093-ja-esta-a-venda-bicicleta-que-se-locomove-sobre-a-superficie-da-agua.htm#ixzz1TtnjmKT2

Bicicleta do futuro permite trocar a marcha utilizando o pensamento


Um protótipo de bicicleta foi criado em uma parceria das empresas Toyota e Parlee. O grande diferencial desse modelo é que, para trocar as marchas, o ciclista usa apenas o pensamento. Um capacete especial lê as ondas cerebrais e converte-as em comandos para o meio de transporte.
Testes estão sendo realizados com a bicicleta do futuro (Fonte da imagem: Divulgação)
Para usar a bicicleta do futuro, é preciso treinar o cérebro. Com a ajuda de um aplicativo para o iPhone, no qual é preciso mover um cubo para cima e para baixo, o ciclista testa e aprende a controlar as suas ondas cerebrais. O capacete que acompanha esse protótipo possui sensores especiais que são capazes de transformar o pensamento em ação e mudar a marcha para cima ou para baixo.
Sensores no capacete permitem que o usuário mude a marcha utilizando apenas o pensamento (Fonte da imagem: Divulgação)
O projeto está em fase de testes ainda e não tem previsão de chegar ao mercado, mas já conta com outros diferenciais, além do modo incomum de trocar as marchas. O corpo da bicicleta, por exemplo, é feito em fibra de carbono e foi desenvolvido para ter uma aerodinâmica mais eficiente.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/12078-bicicleta-do-futuro-permite-trocar-a-marcha-utilizando-o-pensamento.htm#ixzz1TtmcERoT

Internet transmitida através da luz já é uma realidade


Em 2010, a Chinese Academy of Sciences (Academia Chinesa de Ciências em uma tradução livre) anunciou a transmissão do sinal de internet através de lâmpadas de LED azuis. Tais lâmpadas, que piscam mais rapidamente do que o olho humano pode notar, conseguiram alcançar velocidades de transmissão de 2 Mbps.

Agora é a vez dos alemães do Instituto para Telecomunicações de Fraunhofer inovarem. Usando uma combinação de LEDs vermelho, azul, verde e branco, os pesquisadores afirmam terem alcançado uma velocidade de 800 Mbps de transmissão.
Os pontos de iluminação conseguem transmitir o sinal em uma área de até 9 m², sendo que o aparelho receptor necessita apenas estar ligado a um fotodiodo. Contudo, como a transmissão é feita diretamente, ela é facilmente interceptável. Para isso, basta apenas uma barreira entre o receptor e a lâmpada (a mão de alguém sobre o diodo, por exemplo) para que ela seja perdida.
Devido a essa exigência de ligação direta entre a fonte e o aparelho, os pesquisadores afirmam que tal tecnologia não veio para substituir o 3G e o Wi-Fi, que são baseadas em sinais de rádio. O uso ideal é como um complemento dessas tecnologias, principalmente em hospitais e outros locais onde os sinais de rádio podem impactar negativamente nos aparelhos presentes.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/12076-internet-transmitida-atraves-da-luz-ja-e-uma-realidade.htm#ixzz1TtmBLGjq

Nova geração do Eee Pad Transformer pode ser lançada em outubro


O tablet da ASUS que se transforma em notebook, o Eee Pad Transformer, pode ganhar uma versão atualizada em outubro. Para que a produção consiga acompanhar a demanda, fontes afirmam que a empresa teria fechado com duas fabricantes de telas touchscreen, em vez de apenas uma.
Primeira versão do tablet da ASUS pode ganhar atualização (Fonte da imagem: Divulgação)
Apesar de não haver confirmação a respeito das especificações do novo tablet, é possível que ele venha para as prateleiras rodando o Android Ice Cream Sandwich, a última versão do sistema operacional móvel da Google. O primeiro modelo do Eee Pad Transformer foi um sucesso, contando com o Android Honeycomb, primeira versão do SO especialmente desenvolvida para tablets.
Mesmo com essa nova geração possivelmente a caminho, a ASUS ainda espera uma grande demanda para a versão atual do tablet, sendo que 400.000 unidades foram despachadas no último semestre. É possível que, apesar do upgrade, os novos tablets também sejam compatíveis com os teclados da primeira versão.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/12091-nova-geracao-do-eee-pad-transformer-pode-ser-lancada-em-outubro.htm#ixzz1TtluHf1x